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Intrínseco, extrínseco, travas, lançamento: a linguagem das opções, parte 2

6 de novembro de 2017
Traduzindo a linguagem das opções

Há algumas semanas publicamos uma lista das principais palavras e expressões do mercado de opções. E recebemos uma resposta superpositiva!

Percebemos que é muito grande a quantidade de pessoas que só não está usufruindo dos ganhos deste mercado por não ter familiaridade com seus termos. É por isso que sempre digo: o conceito é simples, não precisa ter medo de opções!

Como o sucesso daquele post foi muito grande, resolvemos aumentar a lista de expressões e termos típicos do nosso mercado.

Veja abaixo a linguagem das opções, parte 2

Lançador: Quem faz a venda de uma opção.

Titular: Aquele que possui uma opção de compra ou de venda. Ele é assim chamado pois é o titular do contrato de opção que comprou.

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Opções líquidas: são as séries de opções com maior volume de negociação. Por serem as mais negociadas, são mais fáceis de comprar e vender. No Brasil as opções mais líquidas são de ações como PETR4 (Petrobras), VALE3 (Vale), ITUB4 (Itaú), BBDC4 (Bradesco), BBAS3 (Banco do Brasil) e GGBR4 (Gerdau).

Opção longa: é a opção que está mais longe do vencimento, geralmente com mais de 50 dias para vencer. São pouco líquidas.

Quadro de ofertas: Tela onde se pode ver todas as ofertas válidas enviadas para a Bolsa para um determinado ativo — opções inclusive. Este quadro tem suas ofertas classificadas primeiro do preço (mais próximo do preço de mercado) para o pior e depois por ordem de chegada. As ofertas enviadas antes têm prioridade sobre as colocadas depois.

Preço de mercado: É o preço do último negócio de um ativo, seja ele ação, opção ou qualquer outro tipo de instrumento.

Marcação a mercado: É a atualização do valor de uma carteira pelo preço do mercado. Quanto um portfólio valeria agora se ele fosse zerado, vendido ou liquidado ao preço atual.

Volatilidade histórica: É uma medida estatística que mostra a variação de um ativo em determinado período. A volatilidade histórica de PETR4 (Petrobras) hoje é 22,74%; a de VALE3 (Vale) é 29,98%. A do Ibovespa em 6 de novembro era 13,98% (números atualizados em 6 de novembro de 2017.

Valor intrínseco (VI): Valor intrínseco de uma opção é o quanto ele estaria custando se sua data de exercício fosse hoje. Para descobrir este número basta pegar o valor do ativos agora e subtrair deste valor o preço de exercício (strike) da opção. Se a ação PETR4 está a R$ 17 e uma opção tem strike R$ 16 o VI dessa opção é R$ 1.

Valor extrínseco (VE): É o prêmio de risco pago pela opção, ou quanto o lançador que possui a ação ganha se ele comprar um papel, vender uma opção e for exercido. Para calcular o VE basta pegar o prêmio atual de uma opção e subtrair o VI. Se uma opção está custando R$ 1,40 e o seu VI  é R$ 1, o VE será R$ 0,40.

Compra a seco: É o ato de comprar a opção de uma ação de compra (call) ou venda (put) sem possuir a ação correspondente a ela. Quando fazemos uma compra a seco, a perda máxima é o valor pago pela opção. 

O ganho máximo é ilimitado no caso das opções de compra (call). No caso das opções de venda (put), são limitados, mas pode ser muitas vezes o prêmio pago.

Lançamento coberto/compra coberta: É uma operação composta pela compra de ações de uma empresa e a venda da mesma quantidade de opções de compra (call) do papel. Ou seja: o investidor compra ações e lança opções de compra. Ao receber o prêmio, na prática o investidor está diminuindo o custo de sua operação e aumentando sua possibilidade de lucro. Em contrapartida, os ganhos estão limitados ao valor do strike. Veja um lançamento coberto em mais detalhes aqui.

Trava: É a composição entre a compra de determinada opção e a venda de outra. Podem ser usadas para alavancar uma operação ou proteger o patrimônio do investidor. Existem infinitas combinações de travas e muitos tipos de configurações e de estruturas de ganho e risco. A mais simples é a trava simétrica, que pode ser de alta ou baixa. A trava de alta é usada por quem acredita que o mercado vai subir e a de baixa para quem crê em queda do mercado.

Virar pó: Quando o preço do ativo no dia do vencimento da opção está abaixo do preço de exercício do papel (opção de compra/call) ou acima (opção de venda/put) as opções perdem todo seu valor e dizemos que viraram pó.

Exemplo com uma call: Imagine uma situação em que a ação da Petrobras (PETR4) está a R$ 17 e o preço de exercício da call é R$ 18. Vale a pena comprar algo por R$ 18 que no mercado está valendo R$ 17? Não. Por isso que 0% das opções de compra com strike em R$ 18 vão dar exercício.

Gregas: São indicadores representados nas equações financeiras por letras gregas, como delta, gama, theta, etc — daí o nome  gregas. Mostram o que vai acontecer com as opções em termos de preço, tempo, strike, juros e volatilidade.

Custódia: Como no caso das ações, as opções exigem que você tenha uma corretora. Custódia é, portanto, a atividade exercida pela Bolsa e pela sua corretora para cuidar e controlar suas posições de investimento.

Emolumento: Taxa cobrada pela bolsa para executar negócios, proporcional ao volume financeiro de cada operação.

Taxa de juros livre de risco: É o retorno que o investidor pode receber sem riscos. Na prática, é a taxa básica de juros do governo, considerado o menor risco de uma economia. No Brasil, portanto, a taxa de juros livre de risco é a Selic, pois o investidor pode comprar títulos do governo federal e ser remunerado por ela.

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